O uso de “drones” e “vants”, em estudos sobre a geografia

Utilizado primeiro de tudo por forças militares, veículos aéreos não tripulados – denominados como “vants” ou”drones”, foram no decurso do tempo utilizados para várias aplicações (como o gerador de imagens e vídeos para a indústria de publicidade e propaganda; acompanhamento social e ecológica na gestão e o controle da agricultura de precisão, entre outros). O breve texto é desenhado como o foco da apresentação desta tecnologia em aplicações de técnicas para a geografia.

drones para geografia
fig 1. Drones para geografia

No Brasil, há uma série de pesquisas sobre este tipo de dispositivos, em particular, liderada pelo “Embrapa” (localizado em São Carlos – SP), desde 1997. O Centro de Pesquisa desenvolve e testa no curso do tempo, vários modelos de “drones” e de software, cuja função é analisar rapidamente e com precisão as várias imagens capturadas pelas câmeras do drone, ou vídeos.

 

drone embrapa
fig 2. Drone Embrapa

No presente momento, não há informações de que mais de 40 países estão usando modelos diferentes,  os Estados Unidos são o lideres de mercado em termos de tamanhos, tipos e sofisticação. O Japão é aplicada para a apresentação de mais de dois mil “vants”, na moldagem por injeção de plástico, e outras aplicações na agricultura. No Brasil, pela primeira vez nos anos 80. A figura 3 mostra o “Pelicano”, um “drone” da empresa produziu SkyDrones, Porto Alegre – RS. O equipamento de moldagem por injeção, e pode ser de até 10 quilos de pesticidas da agricultura.

Um dos problemas no Brasil, o que impediu um maior desenvolvimento deste tipo de tecnologia nesta área é o fato de que, mesmo depois de 30 anos ainda não há leis e regulamentos para o uso de tais multirotores. De acordo com a Anac (Agência Nacional de Aviação Civil), desenvolvida no Brasil, a regulamentação dos estabelecimentos não experimental de sistemas de aeronaves remotamente pilotadas por civis em áreas remotas, no entanto, este regulamento ainda não está completo.

Devido à falta de uma legislação específica, o proprietário da “vant” no Brasil segue as regras dos aeromodelistas, e se preocupando com a segurança da forma que acham melhor . Desta forma desde que ainda não temos uma lei, também nenhum requisito para obter um certificado ou, é claro uma licença para poder de voar com um “drone”,  é necessário de exercício(treino), algo que deve ser mudado ao longo do tempo com normas presididas pela ANAC.

Entre os mais importantes o uso agrícola, podemos atribuir a esta tecnologia, podemos destacar: o monitoramento da área de pastagem (teste de alta para identificar as condições das pastagens, a identificação de áreas que necessitam ser repostas, por exemplo); a análise da propriedade, tais como: falta ou excesso de irrigação; o fracasso da planta, a quantidade de plantas; identificação de doenças e pragas (para a cor da planta, etc.); o planejamento para a abertura de ruas, que é mais fácil para determinar do alto as melhores coordenadas, as estradas que serão abertas em uma propriedade; entre outras coisas. O vídeo abaixo mostra a propaganda de um “drone” spray-dia “DJ1 -Agra MG-1”.

Nosso objetivo era criar um texto curto sobre o uso dessas tecnologias, terminamos aqui. No entanto,você pode aprofundar a sua aprendizagem, e estudar um pouco mais sobre drones há um alto conteúdo distribuido na internet sobre filmagem com drone, filmagem aérea, fotografia com drones e etc.
Nós também recomendamos que você assista alguns vídeos no Youtube ou Vime para saber mais desta tecnologia que já é uma realidade no mundo e tende a se sofisticar cada dia mais com novas atualizações e implementações de tecnologia para o dia a dia do ser humano.